Rodrigo Matias
Caros colegas de profissão, ao influenciarmos o poder de decisão das pessoas, temos grande responsabilidade para com elas. O problema da falta de ética, é quando usamos esse poder pensuasivo, digamos, para o “mal”.
O telescpectador se sente ofendido, muitas vezes lesado quando é vítima da falta de ética das agências/empresas, como é o caso da propaganda enganosa.
Infelizmente essa é uma realidade presente no Brasil. Dá para se perceber quando os produtos são “super-hiper-mega-blaster” valorizados. São perfeitos, baratos, sem contra-indicação e ainda pode ser “comprado da lojinha do lado”. É claro que estou sendo irônico, mas quem nunca viu um comercial de um produto “perfeito”.
Outro ponto importante é a questão da responsabilidade social. Primeiro porque temos que nos preocupar com quem está assistindo a propaganda, não somente com nosso público alvo, uma vez, que a falta de responsabilidade social lesa a conduta dos valores da sociedade como um todo, e assim, consequentemente, como pessoas físicas. Agora imaginem a cena, uma criança roubando uma lata de leite Moça do supermercado só para mostrar que o produto é tão bom, mas tão bom, que até roubar vale para consegui-lo. Não seria “politicamente correto” fazer isso não é mesmo? Pois não é, e existe uma lei proibindo qualquer propaganda sem responsabilidade sendo violada nas agências de “irrespublicidade”.
Afinal, o que seria uma publicidade ética? Um publicidade em que o poder da manipulação de massas seja usado de forma responsável, coerente, sem agredir o valor moral das pessoas, sem anunciar falsos produtos, onde tanto agência quanto massa ganhem no compromisso com a verdadeira publicidade.
Mas o que é verdadeira publicidade? Aquele que se faz com ética.





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