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Rodrigo Matias
A TV digital começa a ser transmitida oficialmente no dia 2 de dezembro deste ano em São Paulo. A nova TV possibilitará ao telespectador interagir com a programação em tempo real, com qualidade de imagem superior a de um filme em DVD. Faltando um pouco mais de um mês para o início das transmissões, os alunos do Unasp não estão bem informados sobre o assunto.
A aluna Luthyesca Rezende, do 2.º ano de Direito e 3.º de Ciências Contábeis, relata ter visto apenas um comercial na TV e explica não ter tempo para se informar como gostaria. “Nunca li sobre nada da TV digital, somente já vi a propaganda. Fica difícil sermos ecléticos, pelo pouco tempo que temos. Prefiro ler assuntos relacionados à minha área de atuação”, complementa. Da mesma forma, Daiane Lemos, do 1.º ano de Pedagogia, assume não estar informada sobre o assunto. “Sei pouquíssima coisa sobre isso”, declara.
Já o estudante Mateus Benvenutti, do 1.º ano de Ensino Médio, sabe que a população terá dificuldade para comprar o novo aparelho de televisão. “Para o bolso do brasileiro não será muito legal. Se o povo já tem dificuldade para comprar a tela de plasma, imagine a TV digital”, avalia. O aluno Deyvid Dias, do 1.º ano de Teologia, também admite saber pouca coisa sobre a TV Digital. “Só sei que poderemos escolher a programação, selecionar a grade, e que ela iniciará em São Paulo”, afirma.
Esse é o panorama do nível de informação dos alunos a respeito do assunto. Poucos sabem alguma coisa, e ninguém sabe exatamente o que é a TV digital e suas conseqüências.
Prós e contras
Uma vantagem da TV digital é a interatividade. A aluna Elkeane Aragão, do 2.º ano de Jornalismo, relata que será útil poder selecionar a programação. “Tenho duas filhas e na TV aberta só tem o que não presta. Com a nova TV dará para controlar o conteúdo”, analisa. Outra forma de interação será a possibilidade de responder a enquetes e pesquisas, que atualmente são feitas por telefone.
Outros benefícios são a qualidade de imagem e áudio superior a de um filme em DVD, a possibilidade de compra de produtos por meio da televisão e a TV móvel ou mesmo via celular.
Uma das desvantagens desse novo sistema é que só poderão ter acesso a esses benefícios aqueles que comprarem os decodificadores. Esses aparelhos serão necessários para que todos que têm a TV analógica recebam o sinal digital. Há grande discussão sobre o preço do equipamento. De acordo com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, o valor não passará de 250 reais. Mas na opinião do presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, o preço dos decodificadores não será abaixo de 700 reais.
A discussão
O Brasil investiu 5 milhões de reais para o desenvolvimento de um modelo próprio de tecnologia digital. No entanto o ministro Hélio Costa, juntamente com o presidente Lula, optou por um modelo já testado e que já estivesse em uso. A dúvida estava entre o modelo americano ATCS (Advanced Television Systems Committee), o europeu DVB (Digital Video Broadcasting) e o japonês ISDB (Integrated Service Digital Broadcasting), que foi o escolhido.
As emissoras preferiram o modelo japonês, com o objetivo de baixar os gastos. A empresa japonesa garantiu, além da tecnologia, um treinamento profissional aos que já atuam na área. Por outro lado, os fabricantes preferiam o modelo europeu, pois acreditavam que seria o mais acessível à população.
Para o jornalista Allan Novaes, professor da disciplina Políticas Públicas de Comunicação, a escolha do modelo japonês foi resultado de uma relação entre o ministro e a Rede Globo. “Todos sabem que existe um monopólio da Rede Globo e o ministro Hélio Costa já prestou serviços lá. Com o modelo japonês será difícil a entrada de novos canais na grade de programação. A Globo então, não precisará dividir seu mercado televisivo e publicitário”, acredita.
Quem não adquirir a nova TV, receberá transmissão analógica até 2016. O ministro calcula que seja necessária uma década até que todos tenham a nova tecnologia.
Mensagem original em:
http://diario.unasp.edu.br/reportagens/reportagem08_311007.html
Não é nada, não, os memory keys estão ganhando tanto espaço que começam a substituir os HDs. 16 GB quebram um galhão, não quebram?
Rodrigo Matias
Passeando pela biblioteca do UNASP um dia desses, uma revista me chamou a atenção. Era a INFO Exame. Comecei a ler algumas matérias quando vi o seguinte título: “Criador da internet já se prepara para a Web 3.0”. Será? Confesso que li meio desacreditado a nota, mas de fato era realidadeMas afinal o que é web 3, 2, 1.0… de que falam? Para responder essa pergunta, voltemos um pouco ao passado da internet e como a inovação e tecnologia mudaram o nosso cenário virtual.
Em 1960 foi criada a web 1.0, aquela dos grandes portais como o Uol, Bol, Terra, IG e etc, mas ainda estática… Depois surgiu a web 2.0 (não que já tenha existido uma “versão anterior”, mas isso foi um progresso) em 2005, responsável pela grande interatividade do usuário com os sites. E sobre a web 2.0 iremos falar um pouco. Ela se baseia em conceitos simples. Aliás, simplicidade é um deles.
Simplicidade
Tudo deve ser intuitivo e evidente. Acessar, cadastrar deve ser um prazer e não um fardo imenso de cliques inesgotáveis. Nela os ambientes são adaptados para onde são lidos. A nova web se alimenta. De conteúdo.
O conteúdo
Estende-se quase ao infinito, sendo textos, fotos, vídeos, áudio… É tudo isso. Mas não só isso. O conteúdo é feito de opiniões dos internautas. Você pode alimentar a rede com os blogs, fotologs, alterá-lo como na Wikipedia (e a essa habilidade damos o nome de tagsonomia), ler de onde quiser as notícias com o RSS/Feeds, checar e-mails através do celular usando o GMail e até comprar um apartamento pelo Second Life.
Falando em Second Life, no séc 21, o conceito de outra vida não depende mais de crença, mas de banda larga e um cartão de crédito[1]. Aliás, essa nova mídia vem rompendo barreiras das vendas pela internet, e hoje é possível ter um salário ótimo com um escritório de contabilidade dentro do aplicativo. É possível anunciar lá dentro, e essa é uma grande sacada que os profissionais de publicidade. Mas é andando pra frente que a gente chega lá, então voltemos ao nosso assunto: Web 2.0.
A plataforma
Mutante. O HTML puro, onde não existiam aplicativos dinâmicos ficou para trás, com a chegada da nova sensação: a velha web de sempre, só que melhor, mais nova, versão 2.0. Evolucionária e não necessariamente revolucionária. Essa evolução se deu com a chagada de “uma coisa” chamada GMail. O e-mail da Google quebrou os paradigmas da antiga net e inovou dando 1 gigabyte de espaço para o internauta. Após esse salto, a inovação e desenvolvimento de novas tecnologias como Ajax (a reinvenção do Javascript associado ao XML, Ruby on Rails, xmlHttpRequest), entre outras, consolidaram a atual plataforma.
Mudanças provocadas
Com a chegada da 2.0, as empresas estão entendendo do assunto para conversar com você e, se você não estiver preparado, não terá espaço no mercado. As empresas querem que o usuário entre, navegue, interaja, indique, saia e volte novamente, com o objetivo de conhecer os perfis dos futuros empregados.
Existem empresas especializadas em softwares on-line para organizar a vida profissional dos clientes fazendo com que se relacionem melhor com seus clientes, funcionários, alunos, pacientes e amigos (http://www.aprex.com.br).
De acordo com pesquisa do Anuário de Propaganda 2000, da Editora Meio&Mensagem, tanto agências quanto anunciantes consideram a internet uma grande mídia a ser explorada e apostam no e-commerce para revolucionar o mercado. Das empresas consultadas, 34% já tiveram experiência com o e-commerce e, dessas, 74% gostaram dos resultados[2].
A grande jogada disso tudo é a possibilidade dela ser totalmente, ou quase totalmente, interativa. O usuário pode ter grande envolvimento com os sites. Quanto mais ele aparecer e se identificar, mais voltará e o indicará a outras tantas pessoas, revelando seus gostos e preferências às empresas publicitárias de plantão.
Após essa era de descobertas e jogadas de marketing, teremos a Web 3.0, hiper-dinâmica e semântica também. Com inteligência artificial para se comunicar com a personalidade de cada “cibernético”.
Ao fechar a revista notei que o universo on-line já não é mais o mesmo, e que eu precisava me atualizar.
Uma coisa é certa nesse novo século para se manter em alta na internet: use e abuse da tecnologia. Ela está aí para isto. Viva a liberdade de expressão hehehehehehhe.
Dica interativa
Lista de sites que usam a plataforma web 2.0
Confira: http://lista2.0br.com.br
Referências:
1. Revista INFO Exame, pág 36 | Março 2007
2. Wikipedia – Publicidade
Carreiro Solo – Web 2.0: Você sabe o que é?
iMasters – Cobertura 1º conferência web 2.0
iMasters – Web 2.0: uma nova era na comunicação
iMasters – Web 2.0, um ano depois
Wikipedia – Web 2.0
Second Life Brasil – Site oficial
Webinsider – Web 3.0, 4.0, 5.0… Boom não da para prever





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